IMS na mídia: professores Gulnar Azevedo, Guilherme Werneck e Mario Dal Poz conversaram com diferentes veículos de comunicação sobre Covid-19

Covid-19: mais de 160 mil idosos no Rio estão com a terceira dose da vacina atrasada – Extra – 12/10/2021

Para Gulnar Azevedo, professora de Epidemiologia do Instituto de Medicina Social da Uerj, o alto número de idosos que ainda não retornaram aos postos de imunização pode ser fruto do não entendimento da importância da terceira dose, de problemas de locomoção e até do agravamento do estado de saúde:

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Covid fora dos trilhos – Uol – 05/10/2021

De acordo com a cientista Gulnar Azevedo, professora de epidemiologia da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), o cenário descrito pela reportagem é “gravíssimo”. “A gravidade disso tudo é que, embora as nossas curvas estejam desacelerando, não dá para ter um trem sem ventilação e com as pessoas sem distanciamento, ainda mais sem usar máscara”.

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Juristas e infectologistas criticam suspensão do passaporte da vacina no Rio – Correio do Povo – 30/09/2021

Mario Roberto Dal Poz, professor do Instituto de Medicina Social da Uerj
Essa decisão do desembargador é estapafúrdia. Ela contraria todos os princípios e normas da saúde pública. Ele não consultou nenhuma das autoridades sanitárias. Ela põe em risco os avanços que nós estamos tendo com a vacinação, com a redução de mortalidade, com a redução de óbitos e com a redução de internações.

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Hospital Ronaldo Gazolla deixa de ser exclusivo para a Covid-19 e volta a fazer outros atendimentos a partir de sexta-feira – Extra – 29/09/2021

Epidemiologista e professora do Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Gulnar Azevedo vê com bons olhos a iniciativa de reconversão de leitos, mas destaca que a prefeitura precisa ter um plano bem definido para o caso de a Covid-19 voltar a causar pressão hospitalar.

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Covid-19: quando vem a imunidade coletiva? – Veja Saúde – 29/09/2021

Os índices esperados para alcançar a imunidade coletiva ou de rebanho em relação ao coronavírus mudaram desde o início da pandemia. Bom lembrar que a obtenção desse status, em que a maioria da população está protegida contra o vírus, depende da quantidade de pessoas vacinadas contra ele e da queda na sua taxa de transmissão, segundo o epidemiologista Guilherme Werneck, professor do Instituto de Medicina Social Hesio Cordeiro, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

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Verificamos: Vídeo viral de professora canadense traz informações falsas sobre vacinas contra a Covid-19 – Agência Lupa – 17/09/2021

O uso do termo “experimental” aplicado às vacinas contra a Covid-19 é “completamente inadequado” e não tem base científica, defendeu o epidemiologista Guilherme Werneck em outra checagem da Lupa. “Seriam experimentais se as vacinas não tivessem sido aprovadas em protocolos de ensaios clínicos que respeitam aquilo que é feito para o uso em populações. Mas elas cumpriram todos os requisitos. Essa é uma ideia que só contribui para diminuir a adesão das pessoas à imunização”, critica o epidemiologista.

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Imagem/ilustração Sars-Cov-2: Alissa Eckert, ilustradora do Centro de Controle e Doenças dos EUA (CDC)