IMS na mídia: professores Gulnar Azevedo, Guilherme Werneck e Mario Dal Poz conversaram com diferentes veículos de comunicação sobre Covid-19

SP mantém nível de isolamento superior ao período pré-pandemia – R7 – 29/11/2021

Além dessas causas da mudança na mobilidade urbana, a principal delas, a Covid-19, ainda alerta epidemiologistas por sua imprevisibilidade. Como exemplo, os técnicos citam a alta de casos em diversos países da Europa e em regiões dos EUA com taxas de vacinação semelhantes às do Brasil. “A gente não controlou a pandemia completamente. Existem muitas incertezas em relação a vários aspectos, principalmente em relação ao grau de duração da proteção da imunidade fornecida pela vacina e também pela infecção”, explica o epidemiologista e professor da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) Guilherme Werneck. 

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Europa enfrenta resistência da população para combater a Covid – R7 – 27/11/2021

Além das reuniões sociais em ambientes sem tanta circulação de ar, o professor do Instituto de Medicina Social da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) Mario Dal Poz alerta para o movimento antivacina — popularmente chamado de antivax — na Europa. “O movimento antivax existe na Europa há algum tempo associado, ou não, aos movimentos contra ações do Estado. Isto é, ele tem um aspecto político em relação ao Estado ter controle ou não sobre a ação das pessoas”, conta Dal Poz em entrevista ao R7.

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“Não vacinem as crianças, não vacinem os adolescentes, eles têm imunidade boa, a imunidade deles é alta (…)” – Agência Lupa – 18/11/2021

A informação analisada pela Lupa é falsa. O epidemiologista e professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) Guilherme Werneck ressalta que crianças têm um sistema imunológico que está em desenvolvimento. Eventualmente, ele pode ser melhor do que o de uma pessoa idosa. Contudo, isso não garante que estejam protegidos da infecção contra a Covid-19. 

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Covid-19: como se determina o fim de uma pandemia – BBC Brasil – 10/11/2021

“Estamos de fato na melhor fase desde o início de 2021, com um decréscimo imenso em casos, hospitalizações e óbitos. Mas os anúncios de que ninguém morreu de covid-19 devem ser analisados com cautela, até porque existe um atraso nas notificações”, pondera o médico Guilherme Werneck, membro da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco).

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Com fila por leitos zerada, Rio já fechou nove das dez alas de UTI Covid-19 – Extra – 23/10/2021

Embora reconheça que a situação da Covid-19 no estado esteja consideravelmente mais tranquila, a epidemiologista Gulnar Azevedo, do Instituto de Medicina Social da Uerj, ressalta que ainda não é possível considerar a pandemia controlada no Rio, tampouco no país.

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Especialistas defendem conjunto de indicadores para liberar uso de máscarasCNN Brasil – 21/10/2021

Para Gulnar Azevedo, membro da Associação Brasileira de Saúde Coletiva e professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), a liberação do uso de máscaras deve ser a última etapa de flexibilização.

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Verificamos: Não há provas de que imunidade gerada pela infecção por Covid-19 é melhor do que a da vacina – Agência Lupa – 19/10/2021

Na avaliação do epidemiologista e professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) Guilherme Werneck, mesmo sem consenso até o momento, a comparação entre as formas de imunidade, como feita no vídeo, é pouco frutífera. “Ainda que a imunidade adquirida pela infecção seja mais duradoura, qual seria o custo disso? Se existe uma infecção que tem potencial de causar hospitalização, morte e, eventualmente, sequelas de longo termo, você quer evitar essa doença. Você quer que todos tenham uma imunidade para se protegerem dessa infecção e é isso que as vacinas fazem”, explica.

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Covid-19: mais de 160 mil idosos no Rio estão com a terceira dose da vacina atrasada – Extra – 12/10/2021

Para Gulnar Azevedo, professora de Epidemiologia do Instituto de Medicina Social da Uerj, o alto número de idosos que ainda não retornaram aos postos de imunização pode ser fruto do não entendimento da importância da terceira dose, de problemas de locomoção e até do agravamento do estado de saúde:

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Covid fora dos trilhos – Uol – 05/10/2021

De acordo com a cientista Gulnar Azevedo, professora de epidemiologia da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), o cenário descrito pela reportagem é “gravíssimo”. “A gravidade disso tudo é que, embora as nossas curvas estejam desacelerando, não dá para ter um trem sem ventilação e com as pessoas sem distanciamento, ainda mais sem usar máscara”.

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Juristas e infectologistas criticam suspensão do passaporte da vacina no Rio – Correio do Povo – 30/09/2021

Mario Roberto Dal Poz, professor do Instituto de Medicina Social da Uerj
Essa decisão do desembargador é estapafúrdia. Ela contraria todos os princípios e normas da saúde pública. Ele não consultou nenhuma das autoridades sanitárias. Ela põe em risco os avanços que nós estamos tendo com a vacinação, com a redução de mortalidade, com a redução de óbitos e com a redução de internações.

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Hospital Ronaldo Gazolla deixa de ser exclusivo para a Covid-19 e volta a fazer outros atendimentos a partir de sexta-feira – Extra – 29/09/2021

Epidemiologista e professora do Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Gulnar Azevedo vê com bons olhos a iniciativa de reconversão de leitos, mas destaca que a prefeitura precisa ter um plano bem definido para o caso de a Covid-19 voltar a causar pressão hospitalar.

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Covid-19: quando vem a imunidade coletiva? – Veja Saúde – 29/09/2021

Os índices esperados para alcançar a imunidade coletiva ou de rebanho em relação ao coronavírus mudaram desde o início da pandemia. Bom lembrar que a obtenção desse status, em que a maioria da população está protegida contra o vírus, depende da quantidade de pessoas vacinadas contra ele e da queda na sua taxa de transmissão, segundo o epidemiologista Guilherme Werneck, professor do Instituto de Medicina Social Hesio Cordeiro, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

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Verificamos: Vídeo viral de professora canadense traz informações falsas sobre vacinas contra a Covid-19 – Agência Lupa – 17/09/2021

O uso do termo “experimental” aplicado às vacinas contra a Covid-19 é “completamente inadequado” e não tem base científica, defendeu o epidemiologista Guilherme Werneck em outra checagem da Lupa. “Seriam experimentais se as vacinas não tivessem sido aprovadas em protocolos de ensaios clínicos que respeitam aquilo que é feito para o uso em populações. Mas elas cumpriram todos os requisitos. Essa é uma ideia que só contribui para diminuir a adesão das pessoas à imunização”, critica o epidemiologista.

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Imagem/ilustração Sars-Cov-2: Alissa Eckert, ilustradora do Centro de Controle e Doenças dos EUA (CDC)