Testes rápidos de anticorpos não têm garantia de precisão, afirmam estudos

Os testes rápidos sorológicos (de anticorpos) do Sars-CoV-2 em uso no mundo não têm garantia de que são precisos, afirma a maior revisão sistemática sobre esses exames já realizada. Publicada esta semana na revista British Medical Journal (BMJ), a análise avaliou 40 estudos internacionais sobre
a acurácia de testes rápidos, divulgados até 30 de abril e concluiu que não existe comprovação consistente de sua eficiência. Confira.

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“Relações com a mídia” é o tema do IMS debate a pandemia de 06/07

Dia 06 de julho, às 15h, o IMS debate a pandemia traz o tema “Relações com a mídia”, com a participação de Chico Regueira – Jornalista pela UFF e Repórter Especial da TV Globo; Mario Dal Poz – Professor Titular do IMS/UERJ; Gulnar Azevedo – Professora Titular do IMS/UERJ e presidente da ABRASCO; Guilherme Werneck – Professor Associado do IMS/UERJ e Professor Adjunto do IESC/UFRJ; e mediação de Rossano Cabral (Professor e vice-diretor do IMS/UERJ).

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As relações federativas no SUS e o enfrentamento da COVID-19 no IMS Debate a Pandemia

Encontro online acontece no dia 29 às 14h, com os expositores: *Arthur Chioro* (Ex-ministro da saúde);*Carlos Lula* (Secretário Estadual de Saúde do Maranhão); e*Maria da Conceição* (Secretária Municipal de Saúde de Piraí e Presidente do COSEMS RJ). A mediação é de *Paulo Henrique Rodrigues* (IMS/UERJ).

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Physis publica mais comentários. Agora, sobre desmonte do Estado.

Dando continuidade aos comentários que já estão publicados aqui
no site do IMS e que fazem parte do v. 30, n. 2 da Physis sobre a epidemia
Covid-19 e seus impactos sociais, a editoria da revista convidou
professores, alunos e pesquisadores da área de Saúde Coletiva a enviar
novos comentários em torno da epidemia. O tema é o desmonte gradual do Estado,
que prejudica a capacidade de gestão e de operação pública do SUS, e que
vem se agravando nos últimos anos, com a adoção de uma radical agenda
neoliberal.

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Tratamento da infecção tuberculosa pode ser mais barato

A pesquisa foi feita com cerca de 6 mil pessoas em nove países, que foram divididos em três grupos. Concluímos que o uso da rifampicina no grupo que chamamos de renda média, do qual o Brasil fazia parte, reduziria os custos do tratamento em 10%, quando comparado com o tratamento com a isoniazida — afirma a infectologista brasileira Mayara Lisboa Bastos, uma das autoras do estudo, doutoranda em Medicina Social da Uerj, atualmente na McGill University.

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Número de óbitos no RJ por Covid-19 tem pequena queda

Depois da Nota do Corpo Docente do Instituto de Medicina Social “Sobre a pandemia: pela vida, contra omissões e crimes de governos”, divulgada na manhã de 8 de junho pelos canais e mídias parceiras do IMS/UERJ, Claudia de Souza Lopes, diretora do Instituto, participou da reportagem do RJ2 da Globo Rio, que apresentou uma pequena queda no número de óbitos no RJ por Covid-19. O foco estava na afirmação de que o isolamento social funciona. Na reportagem, fica clara a posição do IMS, de que é contra a flexibilização do isolamento no Rio de Janeiro nesse momento ainda de ascensão da curva da pandemia.

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Nota | Sobre a pandemia: pela vida, contra omissões e crimes de governos

Na Nota do Corpo Docente do Instituto de Medicina Social, os pesquisadores e professores do IMS/UERJ enfatizam que a implantação de ações maciças de vigilância epidemiológica, que persistam acompanhando uma futura flexibilização do distanciamento social, traria como contrapartida não só o controle da transmissão, como também contribuiria para uma retomada da economia. Por exemplo, a reconversão de indústrias para a produção em larga escala de testes diagnósticos, ventiladores mecânicos e equipamentos de proteção individual, a contratação de grandes contingentes de rastreadores entre os milhões de desempregados e a ativação das indústrias de hotelaria e alimentação para atender contatos que necessitem de isolamento, entre outras medidas, resultariam em impacto positivo na economia e benefícios diretos para a população.

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“Surto importado”: migrações de crise no Brasil na década de 2010

Ana Carolina Maia (estudante do doutorado em Saúde Coletiva do IMS/UERJ) e Rogerio Azize (pesquisador e professor do IMS/UERJ), estão participando do dossiê “Gênero, deslocamento e fronteiras noqdo mundo contemporâneo”, da Revista Equatorial. O artigo discute aspectos da economia da distribuição da diferença entre migrantes chegados ao Brasil a partir de dois casos emblemáticos da década de 2010: os haitianos e os venezuelanos. Confira.

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Assista o quarto “IMS debate a pandemia”

“O IMS debate a pandemia”, do dia 1º de junho, debateu o “Aumento da violência doméstica durante a pandemia de COVID-19”. Maria Luiza Heilborn (IMS/UERJ), Maria Fernanda T. Peres (Medicina Preventiva/USP), Maria Helena Hasselmann (UERJ), Claudia Leite de Moraes (IMS/UERJ), Fernanda Serpeloni (IFF/FOCRUZ), Ricardo de Mattos Russo Rafael (Faculdade de Enfermagem/ UERJ), Marina Maria Baltazar de Carvalho (GVDANT – Gerência de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis) e Emanuele S. Marques (IMS/UERJ) participaram do debate.

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