No The Lancet ))) Austeridade ameaça a universalidade do SUS

por um fio

Michel Temer, o presidente interino do Brasil, do PMDB, acaba de lançar uma agenda de medidas de austeridade para estimular o crescimento econômico. No manifesto “Uma Ponte Para Futuro” (outubro de 2015), ele anunciou planos para reduzir gastos públicos, incluindo o setor da educação e da saúde. O orçamento mínimo garantido pela Constituição (3 · 8% do produto interno bruto no momento) seria abolido. O novo ministro da Saúde, Ricardo Barros, revelou planos para acabar com a monitorização da qualidade dos cuidados de saúde privada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar, sem deixar de incentivar os cidadãos brasileiros a procurar cuidados de saúde privado, em vez de contar com o Sistema Único de Saúde (SUS).

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