Testes rápidos de anticorpos não têm garantia de precisão, afirmam estudos

Os testes rápidos sorológicos (de anticorpos) do Sars-CoV-2 em uso no mundo não têm garantia de que são precisos, afirma a maior revisão sistemática sobre esses exames já realizada. Publicada esta semana na revista British Medical Journal (BMJ), a análise avaliou 40 estudos internacionais sobre
a acurácia de testes rápidos, divulgados até 30 de abril e concluiu que não existe comprovação consistente de sua eficiência. Confira.

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Physis publica mais comentários. Agora, sobre desmonte do Estado.

Dando continuidade aos comentários que já estão publicados aqui
no site do IMS e que fazem parte do v. 30, n. 2 da Physis sobre a epidemia
Covid-19 e seus impactos sociais, a editoria da revista convidou
professores, alunos e pesquisadores da área de Saúde Coletiva a enviar
novos comentários em torno da epidemia. O tema é o desmonte gradual do Estado,
que prejudica a capacidade de gestão e de operação pública do SUS, e que
vem se agravando nos últimos anos, com a adoção de uma radical agenda
neoliberal.

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Tratamento da infecção tuberculosa pode ser mais barato

A pesquisa foi feita com cerca de 6 mil pessoas em nove países, que foram divididos em três grupos. Concluímos que o uso da rifampicina no grupo que chamamos de renda média, do qual o Brasil fazia parte, reduziria os custos do tratamento em 10%, quando comparado com o tratamento com a isoniazida — afirma a infectologista brasileira Mayara Lisboa Bastos, uma das autoras do estudo, doutoranda em Medicina Social da Uerj, atualmente na McGill University.

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Nota | Sobre a pandemia: pela vida, contra omissões e crimes de governos

Na Nota do Corpo Docente do Instituto de Medicina Social, os pesquisadores e professores do IMS/UERJ enfatizam que a implantação de ações maciças de vigilância epidemiológica, que persistam acompanhando uma futura flexibilização do distanciamento social, traria como contrapartida não só o controle da transmissão, como também contribuiria para uma retomada da economia. Por exemplo, a reconversão de indústrias para a produção em larga escala de testes diagnósticos, ventiladores mecânicos e equipamentos de proteção individual, a contratação de grandes contingentes de rastreadores entre os milhões de desempregados e a ativação das indústrias de hotelaria e alimentação para atender contatos que necessitem de isolamento, entre outras medidas, resultariam em impacto positivo na economia e benefícios diretos para a população.

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“Surto importado”: migrações de crise no Brasil na década de 2010

Ana Carolina Maia (estudante do doutorado em Saúde Coletiva do IMS/UERJ) e Rogerio Azize (pesquisador e professor do IMS/UERJ), estão participando do dossiê “Gênero, deslocamento e fronteiras noqdo mundo contemporâneo”, da Revista Equatorial. O artigo discute aspectos da economia da distribuição da diferença entre migrantes chegados ao Brasil a partir de dois casos emblemáticos da década de 2010: os haitianos e os venezuelanos. Confira.

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Chamada número temático “Programa de Volta para Casa” da Revista Ciência & Saúde Coletiva

A revista ambiciona compilar reflexões científicas reveladoras da multiplicidade das experiências locais, adensar o quadro crítico sobre os paradigmas de sua constituição, limites e possibilidades e análises avaliativas sobre a potência do programa como recurso estratégico do cuidado em liberdade. Confira.

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