“Biotecnologias, transformações corporais e subjetivas: saberes, práticas e desigualdades”: livro traz artigo da professora Jane Russo (IMS)

O livro “Biotecnologias, transformações corporais e subjetivas: saberes, práticas e desigualdades”, organizado por Fabíola Rohden, Chiara Pussetti e Alejandra Roca e editado pela Associação Brasileira de Antropologia (ABA), já está disponível. A obra conta com o artigo “Dando à luz a um novo cérebro? Discursos científicos e leigos sobre mudanças cerebrais na gestação e na maternidade”, de autoria da professora Jane Russo (IMS) e da pós-doutoranda Marina Nucci (IMS).

A obra é uma coletânea com 12 trabalhos inéditos que discutem o papel das biotecnologias nos processos de produção ou transformação corporal e subjetiva, por meio de investigações sediadas no Brasil, em Portugal e na Argentina. É resultado da articulação promovida pela Rede de Investigações Biotecnologias, Saúde Pública e Ciências na Vida, que integra pesquisadoras e pesquisadores dedicadas/os a investigar a produção e repercussões do conhecimento e práticas biotecnológicas em diversos cenários. O eixo central das discussões gira em torno de como novas possibilidades tecnocientíficas direcionadas ao corpo e estruturadas nas chamadas Ciências da Vida traduzem uma série de tensões características das sociedades contemporâneas. Os capítulos constituem investimentos etnográficos e analíticos originais em cenários nos quais as tensões acerca de saúde e aprimoramento são reveladoras também do privilégio dado ao investimento individual em contraste com a ênfase na dimensão social ou coletiva, evidenciando, igualmente, os condicionantes econômicos e políticos em cena e a (re)produção de assimetrias sociais.

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