Novo texto na Página Grená: SUStentando vidas – Profissionais em formação sendo sujeitos da história

A tríade do ensino público universitário que prevê pesquisa, ensino e extensão, com o propósito indissociável de construção da educação superior brasileira, ainda necessita de muitas reflexões e práticas “pluripedagógicas” para se tornar um território sem fronteiras. Tomando a premissa larrossiana sobre uma proposição mais existencial e mais estética de uma educação que emerge da experiência/sentido (BONDÍA, 2002), um novo mundo se desenha planificado diante dos nossos olhos e ouvidos. De fato, submergir em um “estado de enfermidade difusa causada por uma virose inespecífica e de difícil diagnóstico: fragmentação produzida por áreas de saberes não comunicantes” (ALMEIDA, 2019) nos faz entrar em contato com um mundo que tem pressa em se refazer. Encontramo-nos na premência de que o tempo não sabe esperar e, parafraseando Vandré, que esperar não é saber, apostamos numa circularidade que nos faz estar e ser sujeitos de novos modos de aprender e ensinar, aprendendo.

Clique aqui para ler o artigo completo de Nilcéia Nascimento de Figueiredo (IMSHC/UERJ) e Valéria Ferreira Romano (CCS/UFRJ)