Physis publica mais comentários. Agora, sobre desmonte do Estado.

Dando continuidade aos comentários que já estão publicados aqui
no site do IMS e que fazem parte do v. 30, n. 2 da Physis sobre a epidemia
Covid-19 e seus impactos sociais, a editoria da revista convidou
professores, alunos e pesquisadores da área de Saúde Coletiva a enviar
novos comentários em torno da epidemia. O tema é o desmonte gradual do Estado,
que prejudica a capacidade de gestão e de operação pública do SUS, e que
vem se agravando nos últimos anos, com a adoção de uma radical agenda
neoliberal.

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“Surto importado”: migrações de crise no Brasil na década de 2010

Ana Carolina Maia (estudante do doutorado em Saúde Coletiva do IMS/UERJ) e Rogerio Azize (pesquisador e professor do IMS/UERJ), estão participando do dossiê “Gênero, deslocamento e fronteiras noqdo mundo contemporâneo”, da Revista Equatorial. O artigo discute aspectos da economia da distribuição da diferença entre migrantes chegados ao Brasil a partir de dois casos emblemáticos da década de 2010: os haitianos e os venezuelanos. Confira.

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Dilemas da territorialidade da APS no cuidado aos refugiados no Rio de Janeiro

Este artigo, escrito por Ana Carolina Maia (doutoranda do IMS/UERJ) e Rogerio Lopes Azize (IMS/UERJ), apresenta resultados de uma pesquisa sobre a resposta institucional do setor saúde à chegada significativa de refugiados e solicitantes de refúgio congoleses a um bairro da zona norte do município do Rio de Janeiro. Mais especificamente, o foco recai sobre o nível da Atenção Primária em Saúde (APS), já que a investigação se constrói a partir de uma unidade básica de saúde localizada na região, com os profissionais que atuam em equipes de saúde da família.

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Revistas de Saúde Coletiva adotam fast tracking para divulgar produções sobre a pandemia de Covid-19

Parte do esforço para descobrir e produzir métodos de prevenção e tratamento para o SARS-CoV-2 consiste no compartilhamento de informações entre pesquisadores de todo o mundo. A comunidade científica da Saúde Coletiva brasileira também está envolvida neste movimento, e várias revistas científicas estão com processos de revisão acelerada por pares e divulgação diferenciada – o fast tracking – a fim de facilitar a troca de questionamentos e resultados produzidos sobre a pandemia.

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Causa mortis determinada: a prisão

“Da sarna à tuberculose, passando pelos surtos de sarampo e casos de meningite meningocócica, os cárceres – imundos, superlotados, com racionamento de água, sem assistência médica e falta de produtos de higiene e limpeza – são ambientes ideais para a propagação da Covid-19. Ademais, soma-se ao vírus novas camadas de opacidade no fluxo dos cadáveres”. Confira artigo de Fábio Mallart (estudante pós-doc do IMS/UERJ) e Fábio Araújo (Fiocruz) publicado no Le Monde Diplomatique Brasil.

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A violência contra mulheres, crianças e adolescentes em tempos de COVID-19

No ESPAÇO TEMÁTICO do Cadernos de Saúde Pública (CSP), este artigo escrito por Emanuele Souza Marques, Claudia Leite de Moraes, Maria Helena Hasselmann, Suely Ferreira Deslandes, Michael Eduardo Reichenheim (PIEVF/IMS/UERJ), destaca o aumento súbito do registro de casos de violência no contexto de pandemia, organizações internacionais, pesquisadores e mídia leiga estão preocupados com os indícios de aumento da violência doméstica, sendo o lar, muitas vezes, um lugar de medo e abuso.

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Bolsonaro, a pandemia e o compromisso com o mercado

Em artigo publicado no Le Monde Diplomatique Brasil, o pesquisador e professor do Instituto de Medicina Social, Ronaldo Teodoro afirma que “a manutenção da disputa política em alta voltagem segue sendo outro alicerce político de Jair Bolsonaro. Na linha do seu jogo de luz e sombra em relação ao Congresso Nacional (Câmara e Senado), e às medidas adotadas pelos governadores, soma-se à sua plataforma discursiva a reiterada minimização dos efeitos da pandemia do novo coronavírus, contrariando mais uma centena de países”.

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Rossano Cabral participa de coletânea sobre mal-estar na infância e medicalização do sofrimento

Partindo de experiências clínicas e teóricas diferentes, os textos que compõem o livro “Mal-estar na infância e medicalização do sofrimento: quando a brincadeira fica sem graça” têm em comum a preocupação com o avanço sobre a infância e a adolescência de um discurso e uma prática que reduzem os fenômenos subjetivos a um dado orgânico, desconhecendo a complexidade dos acontecimentos no humano.

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Política de Gestão do Trabalho e Educação em Saúde: a experiência do ProgeSUS

O estudo de Carinne Magnago, Celia Regina Pierantoni, Tania França, Swheelen de Paula Vieira, Rômulo Gonçalves de Miranda e Dayane Nunes Nascimento avalia o estágio das políticas de gestão do trabalho e educação em secretarias municipais e estaduais de saúde (SMS e SES, respectivamente), tendo como referencial a adesão a um programa de qualificação e estruturação da gestão do trabalho e da educação no Sistema Único de Saúde.

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Aquisição domiciliar de refrigerantes e de biscoitos reduz o efeito de uma intervenção de promoção de frutas e hortaliças

O estudo desenvolvido por Gulnar Azevedo, Fábio Gomes e Inês Rugani, examina a influência do aumento da disponibilidade intradomiciliar de refrigerantes e biscoitos sobre os efeitos de uma intervenção de promoção do consumo de frutas e hortaliças. Foram analisados os dados de 70 famílias que viviam em comunidades de baixa renda na cidade do Rio de Janeiro, Brasil, que foram selecionadas por meio de uma amostra probabilística estratificada e completaram registro alimentar de 30 dias antes e depois da intervenção.

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Atenção psicossocial a crianças e adolescentes com autismo nos CAPSi da região metropolitana do RJ

Os Centros de Atenção Psicossocial Infanto-juvenil (CAPSi) são equipamentos públicos destinados ao cuidado de crianças e adolescentes com problemas mentais graves, incluindo aqueles com transtornos do espectro do autismo (TEA). Revisão da literatura nacional indica falta de informações sistematizadas sobre o tratamento oferecido a esta clientela. O artigo apresenta e discute dados referentes a perfil psicossocial e projetos terapêuticos para usuários com autismo e seus familiares, em CAPSi situados na região metropolitana do Rio de Janeiro.

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